quinta-feira, 4 de março de 2010

8 de Abril de 2009 :$

Sabes quando me sorris falsamente e dizes que me adoras? Quando choras ao meu ombro e dizes que nunca sentiste a minha falta como naquele momento? Que me disseste que te sentias vazio e só mesmo rodeado por amigos?

Aqueles momentos que tivemos a sós e me envolveste nos teus braços fortes, que olhas-te nos meus olhos, e só com a força do olhar fizeste com que eu não desistisse do mundo, que não desistisse de ti, para que aquele momento se repetisse durante dias e dias, que durasse uma eternidade, foi o que desejei, no entanto, o que tive foi aquele momento, aquele único dia que ficou no coração, mas esse dia acabou e o sentimento parece ter se desvanecido com ele.

Um novo dia nasceu, e eu só queria que tudo se voltasse a repetir como se fosse um sonho interminável em que as nossas vidas se cruzavam e eu rendia-me ao teu doce e inocente olhar. Mas, tudo tem um fim, é bem verdade, e o nosso teve cada segundo contado, e isso criou uma dor, uma ferida que não cicatriza, e embora eu não me esqueça daquele pequeno dia, daquelas horas, daquele primeiro beijo, tudo o que sinto é melancolia por ter desistido de “nós” demasiado cedo, e não ter lutado com todas as forças que esgotei ao erguer um muro em volta do coração.

Lamento não ter despido o que sentia mais cedo, desculpa não ter correspondido às expectativas criadas por um meigo sorriso e desculpa, principalmente, todas as vezes que te pedi para desapareces da minha vida sem justificação aparente.

O primeiro “amo-te” foi cedo demais, mas tudo o que queria, é que por tarde que fosse, o sentimento permanecesse como o gélido sol de Inverno que passa por nós todos os anos, mas nunca resiste em ficar.

1 comentários:

Ju disse...

Muito bem meu amor *.*

Gostei muito do texto ! =)

Ta' LINDO +.+